155. Teática das Próteses da Consciência
Somaticidade - SOMA OU CORPO HUMANO | 219 |
155. TEÁTICA DAS PRÓTESES DA CONSCIÊNCIA
Soma. A consciência possui veículos extrafísicos sofisticados. O soma é mera prótese temporária, empregado por você, restringido, temporariamente, na crosta deste Planeta.
Mãe. A mãe é a protética profissional mais sofisticada na vida intrafísica. Útero. O útero é o laboratório de prótese criado para servir às consciexes.
Próteses. Os recursos da Cibernética, ou os mecanismos para as materializações técnicas das extensões em geral do Homem, constituem produtos protéticos rústicos. O computador é prótese exterior para a memória dos 2 hemisférios cerebrais humanos. O carro é prótese temporária para as duas pernas. As extensões do soma exigem atenção a 2 recursos:
Objetos. Na experiência imediatista cotidiana, os objetos de uso pessoal nem sempre se adaptam adequada e convenientemente em outro indivíduo. Só de modo excepcional alguém se utiliza, com bom ajustamento e eficiência funcional, do par de dentaduras, dos óculos ou da perna artificial de outra pessoa. (V. Página 342).
Roupas. Simples conjunto de roupas usadas, recebido por doação de alguém, exige, na maioria dos casos, reformas ou reajustes das peças a serem usadas, com real ou razoável adequação, por outrem. No caso, excluindo os fatores intervenientes das ECs.
Dispositivos. Pensemos, agora, em quantas reformas e adaptações não serão necessárias para serem empregados, com funcionalidade e eficiência, 5 dispositivos protéticos alheios, de alto nível, sofisticação ou complexidade, a saber:
1.Soma. O soma ou o corpo humano em grande percentual de órgãos e sistemas.
2.Cérebro. Os 2 hemisférios cerebrais compondo o cérebro humano.
3.Cerebelo. O cerebelo e o sistema neuromotriz em geral do ser humano.
4.Fala. O complexo e sofisticado mecanismo da fala humana (laringochacra).
5.Musculatura. O controle de quase toda a massa muscular humana.
Mediunidade. Isso é justamente a característica da ocorrência do transe mediúnico ou de todo tipo de fenômeno mediúnico, psicofonia, psicografia e outros. Por isso, a mediunidade humana é sistema de comunicação interconsciencial muito precário e pouco confiável.
Éa cessão ou o empréstimo temporário de prótese de uso individualíssimo, todo o corpo humano – soma – no caso, o robô, para ser usado por outro comando estranho, ou intrusivo, a consciex. Daí a razão de os recursos parapsíquicos exigirem análises acuradas com autodiscernimento e critérios exaustivos. Não podem ser superestimados ou sacralizados.
Suicídio. A propósito destes conceitos, na guerra dos robôs, ou guerras protéticas, ninguém morre. Só os robôs – as próteses dos homens – são exterminados. Surpreendentemente, o mesmo acontece nos homicídios e suicídios. Todo suicida é consciência extrafisicamente frustrada, porque agiu contra o efeito e não contra a causa dos próprios conflitos.
Consciência. O suicida jamais consegue destruir a consciência, a rigor, objeto imorrível, imatável ou inassassinável. Não existem conscienciocídios.
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