182. Teática da Exclusividade dos órgãos Sexuais
246 | Sexualidade - MASCULINIDADE E FEMINILIDADE |
182. TEÁTICA DA EXCLUSIVIDADE DOS ÓRGÃOS SEXUAIS
01.Somas. Na vida social da Socin Moderna, com o aumento inédito da população mundial de conscins, além do incremento das consciexes assediadoras, plena de liberalidade afetiva e permissividade sexual, é sobremodo relevante a exclusividade, integridade e a higiene dos somas para a dupla evolutiva lúcida e afinizada.
02.Sexossoma. O mais importante para o parceiro ou a parceira da dupla evolutiva, quanto à sexualidade conjunta, é a manutenção sadia, exclusiva, sem promiscuidade, do próprio sexossoma (sexochacra) do parceiro ou da parceira. (V. Página 259).
03.Monogamia. À vista da liberdade afetiva, sexual e social no Ocidente,
04.Poluição. Qualquer deslize sexual, hoje, constitui corrupção anticosmoética e poluição sexual de consequências imprevisíveis, haja vista a ficação, a antivirgindade, a semivirgindade, o herpes sem cura e a peste mortífera da Aids – a maior epidemia humana – grassando por toda parte. Mas, sejamos otimistas, nós vamos sobreviver à Aids.
05.Status. A atmosfera da Socin está empestada pelo clima interconsciencial, afetivo e sexual de permanente prostituição livre, generalizada, estabelecida quase à base de status
social, tanto para a mulher quanto para o homem, apesar de pílulas e camisinhas.
06.Imposição. A exclusividade do sexossoma e da higiene sexual dos parceiros se impõe como valores à frente de todos os valores intrafísicos, dentro do convívio sadio.
07.ECs. O mais difícil, presentemente, é encontrar, identificar e, ainda mais relevante,
preservar e manter o pênis ou a vagina sem poluição física. E há o porém ainda pior: a poluição energética ou das ECs, extrafísica, desses órgãos sexuais.
08. Princípio. A dupla evolutiva há de partir do princípio da dificuldade prática da divisão sexual do pênis ou da vagina para 2 ou mais, ou seja: o compartilhamento, com alguém, dos órgãos sexuais do parceiro ou parceira, energizados pelo homem ou o mulher.
09.Valores. Temos de reconhecer, com todo realismo: o pênis ou a vagina, assediados ou energizados por outras conscins ou consciexes doentias, perdem completamente os valores funcionais báscios. E isso independentemente de outros valores intrínsecos, cosmoéticos, conotações quanto a ciúmes, reclamos de possessividade e outras considerações, no caso, tornadas completamente secundárias.
10.Reflexões. Reflexões de caráter realista, iguais a esta, são úteis e mais frequentes para a dupla evolutiva lúcida e desejosa de manter o desenvolvimento da evolutividade, na execução da proéxis a 2. No clima de permissividade social é insustentável o amor duradouro sem sexualidade exclusiva.
11.Confiabilidade. O sexo da dupla evolutiva há de ser especial, distinto, específico, singular, depurado, privativo, exclusivo e com todas as demais características personalíssimas possíveis (oaristo e outras), a fim de se manter confiável e duradouro.
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