233. Gênese do Holopensene da Autocorrupção
Sociabilidade - PROFILAXIAS DA SOCIN | 297 |
233. GÊNESE DO HOLOPENSENE DA AUTOCORRUPÇÃO
01.Primária. O livre arbítrio permite a você justificar, tanto para o próprio ego quanto para as outras conscins, o comportamento pessoal, sobre o qual você sabe ser anticosmoético, ao invés de
02.Sofisticada. A consciência pode viver sem Cosmoética. Também alguém pode eri
03.Conscin. A conscin é o ser com óbvio conhecimento da própria existência e manifestações pessoais (autopensenes). Sabemos saber alguma coisa. Os animais subumanos são dotados da consciência esboçante, pois sem ela não poderiam sofrer dor nem sentir prazer. Contudo, são seres irracionais – ou sem a lucidez plena da razão mesmo acosmoética – porque a condição da lucidez é proporcional à capacidade de conhecer.
04.Conhecimento. O conhecimento da conscin pode conhecer a si próprio, mediante reflexões sobre a própria atividade (autopensenes magnos).
05.Homo. O Homo sapiens sapiens é o único animal capaz de
06.Razão. A consciência cosmoética ainda não existe naquele ser sem o uso da razão. A consciência anticosmoética vive sob obediência servil aos reflexos dos próprios instintos
(subcérebro abdominal), remanescentes de longo período anterior (retrovidas), na condição de ser subumano, em miríades de seriéxis (Seriexologia). Apesar de tudo, a Socin tem cura.
07.Honestidade. Quem vive em permanente autocorrupção, respira tão habituado
àdepravação dos próprios princípios, não mais se envergonhando de si mesmo. Destruiu, em si, o sentido da honestidade ou a autoincorruptibilidade. Neste ponto, contagia os outros colegas do grupocarma com assimilhações simpáticas e automimeses existenciais doentias.
08.Surdez. Neste caso, a conscin abafou a autolucidez cosmoética à força de não es
09.Mitos. Daí nascem os mitos degradantes da Socin patológica, os miniassédios inconscientes habituais e as paracomatoses evolutivas.
10.Holopensene. A conscin vivendo habituada à marginalidade ou à atmosfera anticosmoética, com o tempo, repetições e rotinas estabelecidas, gera o próprio holopensene da autocorrupção e a assedialidade doentia, sem barreiras. Eis a razão de
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