274. Técnica da Transferência Sexochacral de ec
338 | Energossomaticidade - TÉCNICAS ENERGÉTICAS |
274. TÉCNICA DA TRANSFERÊNCIA SEXOCHACRAL DE ECs
01.ECs. As ECs denunciam os vestígios do gênio. Dentro das técnicas da Consciencioterapia, você pode transmitir as ECs, até terapêuticas, para a pessoa energeticamente carente, bloqueada ou descompensada, através de meios ou processos diversos.
02.Mãos. A transmissão terapêutica mais comum, clínica, ambulatorial, se faz pela simples imposição das mãos sobre a área energeticamente descompensada.
03.Sexochacras. Contudo, a prática terapêutica mais rara, potente e eficaz, em muitos casos, é aquela executada diretamente sexochacra a sexochacra.
04.Orgasmo. O orgasmo do casal íntimo pode ser conjunto, unilateral ou ocorrer em momentos de apogeus diferentes, consecutivamente.
05.Clímax. Para a transferência terapêutica de ECs via sexochacra, o doador, ou doadora, conduz intencionalmente o próprio orgasmo no sentido de passar toda a energia consciencial possível para o receptor, ou receptora, no instante exato do clímax sexual.
06.Sessão. A transferência energética feita em sessão sexual mais demorada – pelo menos de 60 minutos – prolonga e acumula o prazer sexual casado com a intenção terapêutica. É essencial, aqui, o emprego da alcova energeticamente blindada.
07.Enes. A sessão sexual rápida, ou menos prolongada, não permitirá acumular pensenes carregados, intencionalmente, nas enes, ou nas ECs pensênicas.
08.Terapêutica. A terapêutica, neste caso, se desenvolve através do desbloqueio chacral cirúrgico, ou pela compensação energossomática por atacado.
09.Conjunto. Obviamente, o ideal será o parceiro (homem ou mulher) transferir as próprias ECs através do orgasmo conjunto. No entanto, nem sempre isso é possível pois a união, neste contexto,
10.Resultados. A transmissão das ECs, mesmo através do orgasmo unilateral ou de orgasmos não conjuntos, funciona, atua e produz também resultados positivos.
11.Papéis. Tanto o parceiro doador quanto o parceiro receptor devem permanecer lúcidos quanto aos papéis pessoais diferentes: o primeiro de doação e o segundo de receptividade. A maturidade não recomenda o sexo extrafísico à vontade, sem discernimento.
12.Afinidade. Quanto maior a afinidade do casal íntimo, do tesão mútuo e da motivação afetiva e curativa de ambos, melhores serão os resultados terapêuticos.
13.Amor. A intervenção do doador, nesta condição de exceção, no máximo do prazer físico, com a intenção fixa de cooperar na melhoria ou na autocura da pessoa amada, está entre as maiores provas de amor puro possível a alguém.
14.Auras. Conclusão lógica óbvia, aqui: no pico máximo do clima interconsciencial, a aura orgástica do receptor depura a própria aura de saúde.
15.Autocura. A autocura ocorre na condição da descoincidência dos energossomas, ou pelas projeções das ECs do doador, em plena dimener, ou dimensão energética.
Comentários
Postar um comentário