436 | Sanidade - CONSCIENCIOTERAPIA PROFISSIONAL |
372. DIAGNÓSTICO DA SÍNDROME DE SWEDENBORG
01.Consciencioterapia. A síndrome de Swedenborg, ou da erudição desperdiçada,
éestudo técnico adstrito à Consciencioterapia, ou à Parapatologia do mentalsoma. Constitui-se do erro de priorização e autodiscernimento nas abordagens do mentalsoma. É sempre lastimável a troca prejudicial da tares (tarefa do esclarecimento) pela tacon.
02.Swedenborg. Emanuel Swedenborg (1688–1772) foi, talvez, o maior cientista na época, considerado o erudito mais lido entre os intelectuais contemporâneos.
03.Cristolatria. Em 1743, aos 55 anos de idade física, Swedenborg teve o vislumbre maior de clarividência e se tornou cristólatra para o resto da vida, abandonando o raciocínio discernidor ao qual se impunha, até então, pela Ciência da época.
04.Projetabilidade. O vidente sueco produziu inumeráveis PCs e o diário projetivo, mas escravizado às ideias místicas da época, deixou-se levar por fabulações, regredindo às ideias religiosas antigas, através de automimeses conscienciais, e denegrindo, inclusive, a teoria da seriéxis (Seriexologia), a qual jamais chegou a admitir. (V. Bib. 4408).
05.Síndrome. Todo o conjunto de reações pessoais leva ao diagnóstico da síndrome da erudição desperdiçada ou, mais apropriadamente, à síndrome de Swedenborg.
06.Cérebros. A síndrome de Swedenborg é gerada pela tentativa inviável de casar o discernimento do mentalsoma (Ciência), a partir do cérebro, com as fabulações e sensações instintivas do psicossoma, ou da Religião, a partir do subcérebro abdominal.
07.Prisão. A prisão doutrinária a alguma religião, Teologia, seita ou Ideologia particularista, sectária, facciosa, não-científica, não-universalista, do autor, por mais erudito seja o texto apresentado, diagnostica ser o mesmo portador da síndrome de Swedenborg.
08.Instalação. A conscin erudita, regredindo aos impulsos do subcérebro abdominal, faz concessões às irracionalidades do misticismo, buscando sublimar, de modo infrutífero, as ideias objetivas da Ciência pesquisada até então, e a síndrome se instala.
09.Conversão. Daí em diante, a vítima apaixonada, tornando-se convertido a alguma idolatria, apresenta-se mitômana e utópica; defende conceitos instintivos e feelings nas autafirmações; emprega, sem pejo, os termos mais absurdos e até ridículos do salvacionismo místico; parte para a cruzada contra o Anticristo, defendendo algum Deus particular acima de todos e de tudo, afundada na teomegalomania. Sentindo-se paladino-missionário do reavivamento religioso e rendido à pieguice religiosa, perde a capacidade do autodiscernimento racional e esquece, ou, não raro, até renega, a própria vida racional anterior.
10.Conduta-exceção. O equívoco maior, levando a conscin a ser vítima da síndrome de Swedenborg, é a volta ao porão, ou seja, a regressão consciencial caracterizada pela aceitação como conduta-padrão, para o resto da vida intrafísica, da conduta-exceção: o protoconhecimento do misticismo ou religiosidade vulgar acometendo temporariamente à maioria das pessoas, por influência mesológica e atávica, ainda no período do porão consciencial, durante o laboratório inicial da formação ou preparação cultural da conscin.
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