559. Teste da sua Compreensão da Conscienciologia
Automimeticidade - TESTES DA AUTOMIMESE OU REPETIÇÃO DE EXISTÊNCIA | 623 |
559. TESTE DA SUA COMPREENSÃO DA CONSCIENCIOLOGIA
Propostas. Sua
01.Assedialidade. Quantas conscins passam pela assedialidade interconsciencial?
02.Aura. Qual a técnica da aura peniana e para que serve?
03.Casais. Quem forma o casal incompleto na Socin?
04.Catatonia. Com quem acontece a catatonia extrafísica?
05.Cérebro. Quando se manifesta o subcérebro abdominal?
06. Clarividência. Para que fazer clarividência facial?
07.Conscienciês. Com quem você se comunica pelo conscienciês?
08.Consciencioterapia. Quais os princípios da Consciencioterapia?
09.Desassim. Com quais recursos se faz uma desassim?
10.Dimener. Onde se localiza a dimener? (V. Página 211).
11.Entrevista. Com quem se deve marcar uma entrevista preliminar extrafísica?
12.Evolução. Onde está o seu Orientador Evolutivo?
13.Holopensene. Como atua a pressão holopensênica?
14.Holorgasmos. Por que produzir holorgasmos?
15.Holossomatologia. O que significa holossomática?
16.Homeostase. Com que mantemos a homeostase holossomática?
17.Interprisão. Como se entra e como se sai da interprisão grupocármica?
18.Intrusão. Por que ocorre uma intrusão pensênica?
19.Isca. De que modo alguém pode ser isca assistencial lúcida?
20.
21.Ofiex. Quantas ofiexes existem?
22.Pangrafia. Quais as características da pangrafia e para que serve?
23.Paracérebro. Para que existe e onde se encontra o paracérebro?
24.Paracomatose. Por que há quem passa pela paracomatose evolutiva?
25.Pensenidade. Quem produz pensenes cosmoéticos ou ortopensenes?
26.Porão. Quem vive no porão consciencial?
27.Precognitarium. Para que serve um precognitarium?
28.
29.Primener. O que representa a primener?
30.Retrocognição. O que é agente retrocognitor inato das consciências?
31.Serenão. Quando alguém se torna um Serenão ou Homo sapiens serenissimus?
32.Seriéxis. Quando terminam as seriéxis de uma consciência?
33.Sinalética. Quantos sinais energéticos, anímicos e parapsíquicos você tem?
Ciência. Crítica, debate e refutação constituem forças vitais da Ciência madura.
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