634. Fundamentos da Infidelidade Consentida
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634. FUNDAMENTOS DA INFIDELIDADE CONSENTIDA
01.Fidelidade. A verdadeira fidelidade interconsciencial abrange todo o microuniverso da conscin, seja qual for o contexto de sua vida intrafísica.
02.Imagem. A conscin entroniza a imagem permanente do seu parceiro, ou parceira, em seus atributos conscienciais, incluindo o amplo universo da sua imaginação.
03.Imaginação. A verdadeira fidelidade comparece e se faz presente pela imagem da outra conscin, em todas as fantasias sexuais de quem centraliza sua imaginação no objeto de sua afetividade. É um estado de acoplamento áurico sadio e permanente.
04.Masturbação. O mesmo acontece na masturbação mais solitária, sem evocações anticosmoéticas, mas quando a pessoa se concentra na imagem de outra, à distância.
05.ECs. As ECs de uma conscin podem socorrer a conscin afetivamente carente,
àdistância, porque as energias da consciência
06.PCCs. Até mesmo as PCCs, ou projeções conscientes conjuntas, funcionam melhor e evoluem com o casal se houver esse nível elevado de fidelidade recíproca.
07.Dupla. Daí por que uma condição das mais difíceis de ser abordada e vivenciada é a infidelidade consentida para a dupla evolutiva.
08.Quadro. A infidelidade, qualquer que seja ela, surge como algo intrusivo dentro desse quadro de harmonia energética e coesão afetivas, necessário à convivência da dupla evolutiva. O Homo debilis tem nas autocorrupções as suas fraquezas mais perniciosas.
09.Mentalsomatologia. Se for seguir tão somente os instintos do seu soma, toda conscin – homem ou mulher – é tão só um animal essencialmente infiel, sempre, ininterruptamente, o tempo todo, sem exceção. Eis aí o valor do discernimento do mentalsoma que transfigura nossas emoções primitivas em sentimentos elevados.
10.Integrações. Quanto mais jovem a conscin – rapaz ou moça
11.Afinização. Eis por que a infidelidade relativa e consentida das conscins, dentro de uma dupla evolutiva, tem ainda mais razão de ocorrer e é melhor ser considerada seriamente, quanto mais afinizado esteja o casal, a fim de manter o equilíbrio da afetividade pura.
12.Certeza. A infidelidade consentida e mútua há de ser, portanto, sincera, autêntica, franca, com certeza pessoal, esquecimento real dos fatos que virão e o perdão antecipado
dos atos futuros, senão não funcionará.
13.Alternativas. Logicamente, só deve tratar uma infidelidade consentida quem tiver certeza do que faz, sem nenhuma dúvida pessoal a respeito, e somente em face de circunstâncias da vida intrafísica que não forneçam outra alternativa ou solução.
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