687. Argumentos a Favor dos Serenões e Serenonas
Serenidade - SERENÃO OU HOMO SAPIENS SERENISSIMUS | 751 |
687. ARGUMENTOS A FAVOR DOS SERENÕES E SERENONAS
01. Lógica. Dentro do Universo de pesquisas teóricas da Ciência, a racionalidade e a lógica, não raro, são devastadoras em uma argumentação. Em tese, a lógica
02.Argumento 1. A primeira
03.Argumento 2. Um segundo argumento fundamental, derivado dos fatos, a favor da existência dos Serenões se baseia na criminalidade sofisticada dos supercriminosos seriais
ou os matadores sociais anônimos.
04. Poliassédio. Determinado indivíduo, ser medíocre do ponto de vista evolutivo, mas supercriminoso serial, homicida inteligente, calculista, frio, socialmente integrado e metódico, pessoa de vontade enferma, mas aparentemente insuspeitável, pode ser capaz de fazer, de maneira monstruosa, o mal do poliassédio, cometendo, sozinho, extensas matanças de pessoas.
05.Máscara. As vítimas, em certos casos desconhecidas até mesmo do arquicriminoso, são executadas aleatoriamente, sem nenhuma culpa direta ou ostensiva, através de dezenas de assassinatos em série, de modo discreto, em silêncio, com o homicida encoberto atrás da máscara da mais absoluta normalidade social.
06.Conhecimento. Tais crimes, às vezes, vêm ao conhecimento das autoridades e do público somente décadas depois de acontecidos. A essa época, as vítimas e as pessoas desaparecidas já foram até esquecidas.
07.Fatos. Infelizmente existe toda uma série de fatos com essas características inquietantes, registrados em crônicas, artigos e reportagens pela imprensa internacional, integrando os arquivos policiais de vários países.
08.Gravidade. Quantos casos não devem existir, da mesma gravidade ou até piores, que jamais foram e nem serão descobertos e divulgados?
09.Superdotado. Aqui vem a segunda
10.Refutação. Se você quer refutar a teoria do Homo sapiens serenissimus, deve começar eliminando este argumento analógico, aparentemente tão singelo, mas até agora irrefutado. Ele vem se mantendo firme e inabalável ante todas as vozes contrárias à teoria, que surgiram, é óbvio, desde 1967. O anonimato é a antipresença do Serenão.
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