80. Revisão Crítica de Livros da Conscienciologia
144 | Criticidade - PROJECIOGRAFIA E PROJECIOCRÍTICA |
80. REVISÃO CRÍTICA DE LIVROS DA CONSCIENCIOLOGIA
Elementos. A revisão de livros acadêmicos, técnicos, comerciais e textos brochurados populares é elemento importante da bibliografia conscienciológica e projeciológica. Eis 15 elementos para abordagem crítica aos livros de Conscienciologia e Projeciologia:
01.Arma. O revisor pode fazer da crítica, de modo negativo (anticosmoética), verdadeira arma contra o autor, ou contra as posições teóricas assumidas pelo autor ou autora.
02.Aspectos. Não é justo o revisor se concentrar somente nos aspectos negativos ou positivos do livro, quando ele mesmo admite existir na obra ambos os aspectos.
03.Classificação. As revisões podem ser eficazes ou ineficazes, permitindo a visão honesta ou injusta quanto ao livro, feita por incompetente, ou até competente, contudo sem ler a obra a fundo. A revisão depende também da saúde (fígado) do revisor ou revisora.
04.Degradação. Há revisões degradantes: falam mais do revisor e não do livro.
05.Ensaio. A
06.Erros. A indicação de erros no livro tem de ser útil, esclarecedora e não gratuita.
07.Irrelevâncias. Não é honesto o ato de ressaltar aspectos irrelevantes (capa, uso
das maiúsculas, gramática, Terminologia, método de referências bibliográficas, preço do volume e outros itens secundários), a fim de tornar o livro pior aos olhos do leitor ou leitora.
08.Lixo. Se o leitor conhece o revisor,
09.Negatividade. As revisões negativas são boas para chamar a atenção dos leitores para a obra. A rigor, nem toda avaliação negativa indica ausência de valor do livro ou obra.
10.Patrulha. A revisão usada como técnica deliberada de condenação, adverte, de modo espúrio, o povão contra a leitura da obra. Esta é a atitude própria dos patrulheiros ideológicos, lavadores de cérebros ou manipuladores de consciências na Socin patológica.
11.Piolhos. Não é inteligente catar e enfatizar erros sem importância (piolhos). Não existe livro sem erros ou gralhas. Todo erro no livro é arma e munição contra o autor.
12.Praga. Os promotores profissionais de livros empregam a revisão técnica de apoio explícito à obra. Esta é a análise tendenciosa, praga intelectual típica do consumismo.
13.Preguiça. A revisão do livro pode ser tão só o resumo do conteúdo. Neste caso, a personalidade do revisor, mantida em segundo plano, enfatiza as ideias e pontos de vistas do autor. Às vezes é fruto de mera estafa mental, aprosexia ou covardia digitacional.
14.Relação. A relação pessoal, harmônica, polêmica ou profissional entre revisor e autor fornece o teor exato da crítica, a independência ou dependência do revisor e, na revisão, acaba deixando sempre transparecer revelações involuntárias. (V. Bib. 4778).
15.Revisor. O teor da revisão é diferente quando o revisor (ou revisora) tem a mesma formação cultural do autor (ou autora), ou se através do tempo intrafísico acumulado, os pontos de vista pessoais foram sempre contrários ao assunto básico, específico, do livro.
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